O foyer do TMJB está cheio de História
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O foyer do TMJB está cheio de História

No dia 27 de Março, Dia Mundial do Teatro, foi inaugurada a segunda parte da exposição CTA: 40 anos em Almada, que compreende o período em que a Companhia de Teatro de Almada inaugurou e residiu no primeiro Teatro Municipal de Almada, actualmente denominado Teatro-Estúdio António Assunção, actor de referência da companhia. É, pois, do trabalho que a CTA desenvolveu entre 1988 e 2005 que a exposição trata. Pode conhecer os nomes de todos os que colaboraram com a Companhia de Teatro de Almada e também ver imagens de todos os espectáculos que a CTA produziu, entre outras coisas. Esta

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27 de Março – Dia Mundial do Teatro

Dia 27 de Março às 19h, no Foyer do Teatro Municipal Joaquim Benite, vai ser lançado o quarto volume da colecção O sentido dos Mestres. O novo volume é dedicado a Juni Dahr e ao workshop que a actriz e encenadora norueguesa dirigiu na última edição do Festival de Almada. O lançamento contará com a presença da própria. Mais tarde, às 21h, é inaugurada no Foyer e na Livraria a segunda parte da exposição CTA: 40 anos em Almada. Também às 21h o Teatro do Eléctrico apresenta A noite da Dona Luciana, de Copi, com encenação de Ricardo Neves-Neves, na

joão lagarto
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À conversa com João Lagarto

Lições de dança para pessoas duma certa idade, o espectáculo que João Lagarto traz ao café-concerto do TMJB, resulta da adaptação de um romance de Bohumil Hrabal (1914-1997). Como se deu este encontro com o escritor checo? “Quem lê Bohumil Hrabal não pode deixar de ficar impressionado com a sua constante ligação à realidade“, lê-se no texto com que o actor e encenador tem vindo a promover o espectáculo. Neste caso, são as histórias que um velho sapateiro vai desfiando à nossa frente que nos impressionam e mantêm atentos ao relato. Mas o que nos dizem sobre nós e os

Nathan, o sábio no TNSJ
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Nathan, o sábio no TNSJ

Estreada, pela primeira vez em Portugal, em Dezembro de 2017, Nathan, o sábio, do alemão Gotthold Ephraim Lessing, com encenação de Rodrigo Francisco, fez carreira no Teatro Municipal Joaquim Benite em Dezembro do ano passado e Janeiro deste ano e vai agora para o Porto, onde vai estar em cena de 22 a 25 de Março, no Teatro Nacional São João. O espectáculo conta no elenco com os actores André Gomes, André Pardal, Guilherme Filipe, João Farraia, João Tempera, Leonor Alecrim, Luís Vicente, Maria Rueff e Tânia Guerreiro. A cenografia é de Pedro Calapez e os figurinos de António Lagarto.

Conversa com o público
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Falar de uma peça maldita

No papel de Macbeth e de Lady Macbeth, os dois actores hão-de partilhar connosco a leitura que fazem das suas personagens e de uma tragédia que coloca magistralmente em cena um drama de consciência. Macbeth é o arquétipo da ambição desmedida, um regicida sanguinário cujos crimes derivam do facto de ser incapaz de esperar pelo cumprimento da profecia que abre a peça. No entanto, vive atormentado – e, para Nuno Carinhas, é precisamente esse conflito interior que garante a nossa identificação com o protagonista: “Essa tormenta, essa tempestade, é uma coisa que nos leva ao reconhecimento – a reconhecer que

Ser Criador /Migraaaantes
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Ser Criador /Migraaaantes

Ser Criador, com coordenação do professor Américo Jones, é uma exposição multimédia que inclui fotografia, vídeo, som, 3D e design. Alguns alunos que frequentam o 10º, 11º e 12º ano do Curso Profissional de Técnico de Multimédia inspiraram-se na última cena do espectáculo da Companhia de Teatro de Almada, Migrantes. O espectáculo, com texto de Matei Visniec e encenação de Rodrigo Francisco, esteve em cena no Teatro Municipal Joaquim Benite, entre Abril e Maio de 2017. Nessa altura, os alunos assistiram a um ensaio e, mais tarde, ao espectáculo, e com a coordenação do professor Américo Jones, que comprou o

“Todas as peças que faço já li há 15, 20 anos”
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“Todas as peças que faço já li há 15, 20 anos”

A conversa foi moderada como habitualmente por Ângela Pardelha, que começou por interpelar João Mota para que explicasse a escolha desta peça. O encenador começou por dizer que todas as peças que decide dirigir passam por um longo período de maturação até que sente que é a altura certa de as levar à cena – um momento que tem a ver com a maneira como interpreta o Mundo, a disponibilidade de elenco, etc. Neste caso a primeira vez que viu a peça (cujo nome original é I’m not Rappaport, um texto de Herb Gardner) foi em Coimbra, nos Bonifrates. A

JOÃO MOTA
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João Mota à conversa sobre uma “comédia cruel”

No próximo sábado, dia 10 de Fevereiro, a Conversa com o público é dedicada ao espectáculo que a Comuna – Teatro de Pesquisa traz ao TMJB nesse dia: Crise no Parque Eduardo VII. Assim, horas antes de o espectáculo começar, estaremos à conversa com o encenador João Mota sobre as razões que o levaram a optar pela obra de Herb Gardner, um autor poucas vezes levado à cena em Portugal apesar do êxito que obteve na Broadway e em Hollywood. Este texto, em particular, debruça-se sobre um tema ainda mais raro nos palcos portugueses: a solidão associada aos meios urbanos

Frei Fernando Ventura: “Pensar é um delito de opinião, precisamos de gente delituosa”
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Frei Fernando Ventura: “Pensar é um delito de opinião, precisamos de gente delituosa”

Foram muitos os espectadores que acorreram ao foyer do Teatro Municipal Joaquim Benite, para ouvir o frade capuchinho sobre o diálogo inter-religioso. Tema lançado a propósito do texto clássico de Gotthold Ephraim Lessing, em exibição até dia 28 de Janeiro. Frei Ventura começou por explicar que “nem o judaísmo nem o cristianismo são religiões, são propostas de relação”. Sempre polémico e problematizante, Frei Ventura continuou: “Com tanta gente a pecar há tanto tempo já é difícil falar do pecado original”. Afirmou ter “medo de todas as religiões: desportivas, políticas, religiosas” e, numa linguagem que o próprio considerou vulgar, desculpando-se, declarou:

Conversa com o público
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A propósito do diálogo inter-religioso

Despedimo-nos de Nathan, o sábio já no próximo dia 28 de Janeiro, mas antes ainda temos tempo de falar de diálogo inter-religioso com Khalid D. Jamal, um dos dirigentes da Comunidade Islâmica de Lisboa, e com o Padre Anselmo Borges, professor de Filosofia na Universidade de Coimbra. A Conversa com o público do próximo sábado, dia 27 de Janeiro, decorre no foyer do TMJB, às 18h, e convida-nos a reflectir sobre a origem do fenómeno religioso, a função que tem vindo a desempenhar no seio das sociedades liberais e as razões que explicam o surgimento dos fundamentalismos. Acompanhando o livro

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Frei Fernando Ventura no TMJB

Ainda decorriam os ensaios de Nathan, o sábio quando o Frei Fernando Ventura nos visitou pela primeira vez, para uma conversa com o elenco acerca do seu ofício e da sua visão sobre a história da Igreja Católica. Pouco depois, haveria de aceitar o convite para escrever um texto sobre os problemas levantados pelo espectáculo – texto esse que acabou publicado no último número da colecção Textos d’Almada, com o título “Deus não tem religião”. No próximo sábado, dia 20 de Janeiro, às 18h, junta-se a nós para uma conversa a respeito do lugar da religião no nosso tempo e

CONVERSAS COM O PÚBLICO COMEÇARAM COM JUAN HORMIGÓN
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Conversas com o público começaram com Juan Hormigón

Na primeira das três Conversas com o público, que decorreu no sábado, dia 13, a propósito do espectáculo Nathan, o sábio, Juan Hormigón referiu-se ao texto “como uma obra notável com muitas particularidades” e a Lessing (1729-1781) como “um alemão que está a fundar o teatro alemão”, referindo que “foi a primeira pessoa a problematizar a relação com os espectadores”. Continuou discorrendo sobre a obra em questão, à qual tinha assistido na noite anterior. A esse propósito, disse que “vivemos num mundo em que os fanatismos têm muito espaço para se expressarem” e que “estamos perante um texto que é

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Time Out dá quatro estrelas a Nathan, o sábio

Rui Monteiro salienta a importância deste espectáculo ao referir que “ao escolher esta peça, Rodrigo Francisco sabe que a tolerância (empatia talvez seja pedir demais) é assunto central num mundo politicamente mais dividido, conturbado, ameaçado, eventualmente à beira do desastre. A bem dizer como estava no século XII”. Acrescenta ainda que o assunto “é explorado pela encenação, deixando o palco despido para as pinturas originais de Pedro Calapez, dando todo o espaço aos actores para explorarem o texto, assim desprezando o supérfluo, assim revelando como o perigo vem da ignorância da palavra dos outros ”. Aceda à crítica integral aqui.

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As Conversas com o público estão de regresso

Nathan, o sábio é o primeiro espectáculo de teatro do ano e o primeiro a motivar um ciclo de três Conversas com o público a seu respeito, no foyer do TMJB. A primeira realiza-se já no próximo sábado, dia 13 de Janeiro, às 18h, e traz a Portugal o secretário-geral da Asociación de Directores de Escena de Espanha, Juan Antonio Hormigón, um profundo conhecedor da obra de Lessing. Com ele, falaremos acerca do autor alemão, da vasta obra que deixou escrita e também da época em que viveu, marcada pela pujança do pensamento iluminista e pelo projecto de um teatro

CTA apresenta Temporada 2018 do TMJB com casa cheia
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CTA apresenta Temporada 2018 do TMJB com casa cheia

Decorreu no dia 6, pelas 21h, a apresentação da Temporada 2018, na Sala Principal do Teatro Municipal Joaquim Benite. Ao todo, são 26 espectáculos de teatro, entre os quais 12 são para a infância, e cinco criações da CTA, uma delas para a infância. Além do teatro, ainda haverá seis espectáculos de dança e 14 concertos de música, totalizando 46 produções ao longo do ano. Ao mesmo tempo foi inaugurada a exposição Companhia de Teatro de Almada: 40 anos em Almada – parte I, que corresponde ao período que vai desde a fundação da Companhia em Campolide, em 1971, até

2018-01-04 Jornal de Letras
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“A lição de Lessing”

Foi publicada no dia 4 de Janeiro, no Jornal de Letras, a crítica de Helena Simões ao espectáculo Nathan, o sábio, de Gotthold Lessing, com encenação de Rodrigo Francisco. Helena Simões realça a encenação de Rodrigo Francisco, escrevendo que “marcou com clareza as personagens e a sua relação em diálogos vivos e dinâmicos”. Sobre a cenografia de Pedro Calapez e os figurinos de António Lagarto escreve que “concorrem para a unidade de sentido de um drama de significado simbólico” através da “nobreza dos materiais na execução dos belos figurinos, bem como pela projecção das pinturas de Calapez, como telões luminosos,

Ano Novo, nova Temporada
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Ano Novo, nova Temporada

Apesar do segredo habitual que, por esta altura, aguça as expectativas, algumas coisas são certas: dia 4 é o dia do primeiro espectáculo. A Temporada abre com o tradicional Concerto de Ano Novo, com a interpretação da Orquestra Metropolitana de Lisboa. De 12 a 28 de Janeiro prossegue a carreira do espectáculo Nathan, o sábio, de Gotthold Ephraim Lessing – a mais recente criação da Companhia de Teatro de Almada –, com encenação de Rodrigo Francisco, que será acompanhada pelas habituais Conversas com o público, aos sábados, às 18h, no foyer do TMJB. O resto será surpresa… A primeira surpresa

EXPRESSO MARTHALER
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Une île flottante: melhor espectáculo do ano (Expresso)

Em tempo de balanços do ano de 2017 o Jornal Expresso considerou que dois dos espectáculos apresentados no Festival de Almada estão entre os dez melhores espectáculos de teatro apresentados em Portugal: Une île flottante, a partir de Labiche, foi a primeira escolha, e Golem, com texto e encenação de Suzanne Andrade, foi considerado o quarto melhor espectáculo. João Carneiro considerou que “é a direcção de actores que constitui um dos traços distintivos mais fortes de Une île flottante, além da dramaturgia, da excelência da cenografia, da sensibilidade musical do grande encenador que é Marthaler, das luzes e do trabalho

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