Pode a ideologia servir de consolo à imortalidade
“Rodrigo Francisco leva à cena, em Almada, um texto de Vichnievski inédito em Portugal e que debate o alheamento político actual” Gonçalo Frota in Público, 5 dez 2015

“Rodrigo Francisco leva à cena, em Almada, um texto de Vichnievski inédito em Portugal e que debate o alheamento político actual” Gonçalo Frota in Público, 5 dez 2015
“A Tragédia Optimista é uma estreia absoluta em Portugal. A peça original escrita em 1932 e representada no início do ano seguinte venceu um concurso de teatro comemorativo dos 15 anos do Exército Vermelho. A versão que subirá ao palco almadense é no o essencial a original – que para encenador é a mais interessante e complexa” Gustavo Carneiro in Avante, 3 dez 2015
A Tragédia Optimista não deixou de seduzir meio mundo, com a sua inteligente maneira de problematizar contradições, paradoxos, aporias e evidências.
Porque tudo o que fizer em seguida partirá do facto de ter sido, aos 22 anos, o Hamlet de Luis Miguel Cintra. E isso não é nada desconsolador, diz. As suas futuras personagens erguer-se-ão sempre deste espantoso chão.

O encenador, actor e director da Cornucópia anunciou no sábado, no fim de Hamlet, que a sua carreira chegou ao fim
Provavelmente a mais famosa peça de Shakespeare como raramente se vê
Já está em cena a versão integral de Hamlet de Shakespeare, encenada por Luís Miguel Cintra para o teatro da Cornucópia. Para ver em Lisboa até 17 de Outubro.
A peça de William Shakespeare está em cena no Teatro da Cornucópia, em Lisboa, em formato praticamente integral. O texto é uma tradução da escritora Sophia de Mello Breyner.
O Hamlet traduzido por Sophia chega ao Teatro da Cornucópia, em Lisboa. Uma encenação de Luís Miguel Cintra.
A tragédia mãe de todas as tragédias sobe novamente aos palcos da CTA, Guilherme Gomes de apenas 22 anos dá o corpo e a alma ao príncipe vingador
“Hoje tenho mais dúvidas e menos medo. Sou mais Livre”
Anaïs Heluin in Politis, 23 jul 2015
Javier Villán in El Mundo, 18 jul 2015
De toros y teatro con Rodrigo Francisco
Carlos Gil in Gara, 14 jul 2015
Encara avui no deixa de sorprendrem el Festival de Almada, amb tota la seva gent humil i encantadora que fan daquest encontre anual una festa extraordinària. El primer que fas quan arribes aquí és deixar-te endur per aquest tarannà distintiu dobertura interior compartida. Senzillament perquè la mentalitat és una altra i ladoptes. Aquí la vida i la gent són vertadera proximitat, i aquests dies la vida, a més a més, és teatre i celebració. Una festa que dura dues setmanes ben bé, del 4 al 18 de juliol.
El joven teatro portugués y ‘O novíssimo teatro espanhol’, que explica las razones de la presencia de autores españoles en el Festival de Almada analizada con sagacidad por José Gabriel López Antuñano. Un recorrido por las distintas generaciones desde la posguerra y la autarquía, hasta los días actuales de vertiginosa e incierta fiebre creadora; una lección de historia frente a cierta incoherencia de propuestas de ruptura y vanguardia. En la mesa también estaba, quizá como puente intergeneracional, José Ramón Fernández, ya un clásico como Juan Mayorga, por ejemplo.
Julio teatral y viajero; Almagro, Mérida, Almada a la orillas del Tajo. Ritmo de Festival, dos o tres funciones diarias; y debates. Y mesas redondas. El joven teatro portugués y O novíssimo teatro español, que explica las razones de la presencia de autores españoles en el Festival, moderada y analizada con sagacidad por José Gabriel López Antuñano.