António Barreto abre Conversas com o Público sobre Um assobio no escuro
Com a estreia da nova produção da Companhia de Teatro de Almada, Um assobio no escuro, de Tom Murphy, com encenação de Rodrigo Francisco, retomamos as habituais Conversas com o Público.
O grande tema das Conversas vai ser Os imigrantes que temos – Os imigrantes que fomos, e decorrerão todos os sábados, às 18h, no foyer do TMJB, durante a carreira do espectáculo. Serão cinco Conversas, moderadas pela jornalista Catarina Pires, a primeira, já dia 11 de Abril, com o sub-tema: Ainda e sempre a imigração, e que contará com o sociólogo António Barreto, na qualidade de convidado.
Para aceder ao programa completo deste ciclo de Conversas, no âmbito do espectáculo Um assobio no escuro, clique aqui.

António Barreto: Nasceu no Porto em 1942. Viveu em Vila Real, Coimbra, Genebra (Suíça) e Lisboa. Foi exilado político até 1974, ano em que regressou a Portugal. Licenciou-se (1968) e doutorou-se (1985) em Sociologia na Universidade de Genebra. Foi Assistente na Universidade de Genebra e Investigador no Instituto das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social. Professor na Universidade Nova de Lisboa (Faculdades de Ciências Sociais e Humanas e de Direito) e investigador na Universidade Católica e no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Foi deputado à Assembleia Constituinte (1975) e à Assembleia da República (1978 e 1985/1991). Secretário de Estado do Comércio Externo (1975), ministro do Comércio e Turismo (1976) e ministro da Agricultura e Pescas (1976/1977). Prémio Montaigne de 2004. Sócio da Academia das Ciências de Lisboa. Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos de 2009 a 2014. Fundador da PORDATA. Membro do Júri do Prémio Pessoa (desde 1995). Presidente das comemorações do Dia de Portugal (2009 a 2011). Grã-cruz da Ordem Militar de Cristo. Grã-cruz da Ordem da Liberdade. Colunista do jornal Público (desde 1990). Autor de livros nas áreas da sociologia, da política, da fotografia e do Douro. Coordenador do Dicionário de História de Portugal, 1925/1974 (volumes 7, 8 e 9, em colaboração com Maria Filomena Mónica). Autor da série de televisão Portugal, Um Retrato Social e de Horas do Douro (longa metragem). Autor de livros académicos e de intervenção social e política, nomeadamente “Anatomia de uma revolução – A Reforma Agrária em Portugal, 1974/1976”, Dom Quixote. Mais recentes livros publicados: “De Portugal para a Europa” (2017), “Três retratos: Salazar, Cunhal e Soares” (2020) e “Abril” (2025), Relógio d’Água. Autor de livros e de exposições de fotografia (em colaboração com Ângela Camila Castelo Branco), designadamente “António Barreto – Fotografias 1967 – 2010”, “Douro – Rio, Gente e Vinho”, “Douro – Lugar de um encontro feliz” e “Gente da Batalha” (Mosteiro da Batalha), 2018.
in CTA 18 Mar 2026
