O Barbeiro de Sevilha

Quem disse que os mais novos não podiam divertir-se ao som das famosas árias que Rossini inventou para o seu universal Barbeiro de Sevilha? As notas de “Fiiiiiigaroooo… Figaro, Figaro, Figaro, Figaro, Fiiiiiiigaroooooo…” ecoam há mais de duzentos anos no imaginário musical de todos, e ficam de tal forma no ouvido que damos por nós a trauteá-las quando menos esperamos. Na versão desta peça que criou para actores e fantoches, Teresa Gafeira conta-nos a famosa história dos amores entre Lindoro e Rosina. Com a ajuda do seu criado, Fígaro, o jovem conde há-se conseguir arrancar a sua amada das mãos do tutor: um tal D. Bártolo, que, para além de ser velho e rabugento, também ambiciona casar-se com a jovem. Num cenário (bem apetrechado) que é uma réplica em miniatura do Teatro Azul, não hão-de faltar peripécias e manigâncias: pianos que servem de esconderijo, barbas aparadas à sevilhana, e traulitada quanto baste entre os protagonistas. E quem quiser ficar a saber mais sobre quem era esse tal Gioachino Rossini, muita atenção ao que tem para lhe contar um dos barbeados actores…

A partir da Ópera de Gioachino Rossini
Encenação de Teresa Gafeira

Intérpretes André Alves, Isac Graça e Vera Santana
Cenografia Manuel Graça Dias e Egas José Vieira
Bonecos e Figurinos Pedro Proença
Exec. dos Bonecos e Adereços António Canelas
Execução dos Figurinos Rosário Balbi
Operação de Luz e Som Paulo Horta

Produção: Companhia de Teatro de Almada

21 e 22 ABRIL, 2018
Sábado às 16h | Domingo às 11h e às 16h
SALA EXPERIMENTAL | M/3 | DURAÇÃO: 50 MIN.

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