35º Festival AlmadaEspectáculos estrangeiros

LA GIOIA
A alegria

Concepção e direcção de Pippo Delbono

INTÉRPRETES:
Dolly Albertin
Gianluca Ballarè
Bobò
Margherita Clemente
Pippo Delbono
Ilaria Distante
Simone Goggiano
Mario Intruglio
Nelson Lariccia
Gianni Parenti
Pepe Robledo
Zakria Safi
Grazia Spinella
COMPOSIÇÃO FLORAL:
Thierry Boutemy
MÚSICA:
Pippo Delbono
Antoine Bataille
Nicola Toscano
LUZ:
Orlando Bolognesi
SOM:
Pietro Tirella
FIGURINOS:
Elena Giampaoli
CENÁRIOS E ADEREÇOS:
Gianluca Bolla

 

LÍNGUA:
Italiano
legendado em português
DURAÇÃO:
1h20
CLASSIFICAÇÃO:
M/12

Depois de Orquídeas e Evangelho – espectáculos atravessados pela dor da morte da sua mãe -, Pippo Delbono inflecte o seu percurso para nos oferecer A alegria. O jornal Il Manifesto titulava a propósito desta sua última criação que “no jardim florido de Delbono é tempo de esperança”. A povoá-lo estão palhaços, xamãs, danças circenses, acordes melancólicos, máscaras e, como sempre, memórias e histórias pessoais. Na verdade, foi através daqueles que mais sofrem (refugiados, por exemplo) que Delbono afirma ter aprendido a descobrir a alegria: “O Inverno há-de transformar-se em Primavera”, disse-lhe um dia um amigo. E são frases tão simples quanto esta que pontuam A alegria, quer durante a celebração que o encenador estabelece com a sua trupe de sempre, quer quando se dirige a nós, público, para nos sugerir, sorrindo: “Sintam a vossa própria loucura”.

Pippo Delbono (n. 1959) funda no início da década de 80 a sua própria companhia, com a qual levou à cena a maioria dos seus trabalhos, desde O tempo dos assassinos (1987) até A alegria (2018). O encontro com pessoas socialmente marginalizadas representou um ponto de viragem no seu percurso artístico. O seu universo não tem paralelo, e os seus espectáculos têm sido aclamados à escala mundial, em mais de 50 países, apresentando-se em palcos como os do Festival d’Avignon, o Festwochen de Viena ou a Bienal de Veneza.


After presenting Orchidee and Vangelo, two performances born of mourning, after his mother’s death, Pippo Delbono goes in a completely different direction and offers us Joy, a show made of personal stories, masks, clowneries and memories. Delbono has been learning how to find joy, especially amongst those who suffer.


ALMADA

ESCOLA D. ANTÓNIO DA COSTA
Palco Grande

QUI 12

22h00


COMPAGNIE LE FILS DU GRAND RÉSEAU | Brest (França)
EMILIA ROMAGNA TEATRO FONDAZIONE
E COMPAOMPAGNIA PIPPO DELBONO (Modena / Itália )
Co-produção: Théâtre de Liège e Le Manège Maubeuge – Scène Nationale
Apoio: Instituto Italiano de Cultura (no âmbito do 35.º Festival de Almada)


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