Festival Almada 1984/2002

Festival de Almada 2002

UBU NA COMUNA | A Comuna - Teatro de Pesquisa - Espectáculo de Honra

Espectáculo de Honra

Espectáculo de Honra
UBU NA COMUNA | A Comuna – Teatro de Pesquisa

A XIX edição do Festival de Almada ficou marcada por um número recorde de estreias, pela manutenção de elevados critérios de qualidade e pela vasta dimensão das actividades paralelas. Ao nível da utilização dos espaços, o Festival decorreu em Almada e Lisboa: na Escola D. António da Costa, na Casa da Cerca, no antigo TMA, no Fórum Romeu Correia, na Herdade da Aroeira, no Teatro da Trindade, no CCB e na Culturgest. No que toca à programação, é de destacar a presença de uma das mais prestigiadas companhias espanholas, Els Comediants, assim como de Thomas Ostermeier, da berlinense Schaubühne (com Disco Pigs), e do encenador francês Bernard Sobel. O programa de Actos Complementares foi ainda o mais vasto de sempre, incluindo seis exposições, dois debates internacionais, cerca de doze colóquios e conferências, dois seminários, dois cursos de formação e onze espectáculos musicais.


Espectáculos

L’Otage, de Paul Claudel. Encenação de Bernard Sobel. Théâtre de Gennevilliers – França

Que viva Frida (apassionada), de Sophie Faucher. Encenação de Robert Lepage. Ex-Machina – Canadá

Disco pigs, de Enda Walsh. Encenação de Thomas Ostermeier. Schaubünhe am Lehniner Platz – Alemanha

Bi – dos mundos, dos miradas. Texto e encenação de Joan Font. Els Comediants – Espanha

Novelle von Goethe. Encenação e produção de Bruno Ganz – Alemanha

Shakespeare’s villains. Texto, encenação e produção de Steven Berkoff – Grã-Bretanha

Oyé Luna. Texto e encenação de Richard Demarcy. Naif Théâtre – Cabo Verde

The world of Broadway, Hollywood and Jazz, de Maria Ewing. Maria Ewing – Estados Unidos

Asphyxies, de Louis Aragon. Encenação e produção de Toméo Vergè – França

Shylock, de Gareth Armstrong. Encenação e produção de Manel Barcelò – Espanha

Terra nostra, de Fernando Rodriguez. Encenação de Francisco Denis. Rio Teatro Caribe – Brasil

Pareja abierta, de Dario Fo e Franca Rame. Encenação de Juan Margallo. Uroc Teatro – Espanha

Fedra, de Jean Racine. Encenação de Juan Ollé. Bitó Producciones – Espanha

História do soldado, de Stravinsky / Ramuz. Encenação de Luis Miguel Cintra. Teatro da Cornucópia / Teatro Nacional de São Carlos

Ecce homo. Teatro dei Manicomics – Itália

Cyrano de Bergerac, de Edmond Rostand. Encenação de Claudio Hochmann. Teatro da Trindade

Traições, de Harold Pinter. Encenação de Solveig Nordlund. Centro Cultural de Belém

Amor
, verdade e mentira, de Marivaux. Encenação de José Peixoto. Teatro dos Aloés

Nunzio
, de Spiro Scimone. Encenação de João Meireles e Miguel Borges. Artistas Unidos

Existência
. Coreografia de João Fiadeiro. Companhia João Fiadeiro

Eu amo Godard
, de Pedro Paixão. Encenação de Miguel Moreira. Útero

Os directores
, de Daniel Besse. Encenação de Joaquim Benite. Companhia de Teatro de Almada

Ubu na Comuna
, a partir de Alfred Jarry. Encenação de João Mota. A Comuna

Cartas de amor a Stalin
, de Juan Mayorga. Encenação de Guillermo Heras. Teatro do Noroeste

Combustíveis
, de Amélie Nothomb. Encenação de Rui Sérgio. Efémero

O teatro cómico
, de Carlo Goldoni. Encenação de Gil Salgueiro Nave. Centro Dramático de Évora

Café (bar)
, de Spiro Scimone. Criação colectiva. Artistas Unidos

O serviço
, de Harold Pinter. Criação colectiva. Artistas Unidos

Fado Donald
, de Alejandro Crespo. Encenação de João Garcia Miguel. O Olho

Recital Sophia de Mello Breyner Andresen
com Nuno Vieira de Almeida e João Madureira


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