Festival Almada 1984/2002

Festival de Almada 2001

MIRA’M - Compañia Marta Carrasco - Espectáculo de Honra

Espectáculo de Honra

Espectáculo de Honra
MIRA’M – Compañia Marta Carrasco

Em 2001 o Festival de Almada tornou a apresentar 47 sessões. A revista Visão de 1 de Junho apontava que “a deslocalização de alguns dos mais fortes e marcantes espectáculos do Festival para duas salas lisboetas é a prova de que Almada precisa de um novo espaço. No entanto, é curioso notar que o público habitué do Festival não vê com bons olhos o fim do Palco Grande”. No que à programação diz respeito, em 2001 apresentam-se cinco peças em estreia, um número recorde até à data. Por outro lado, o teatro português reforçou a sua participação, ao passo que a participação estrangeira cruzou, uma vez mais, companhias de grande reputação internacional com nomes menos conhecidos. Foi ainda realizado um espectáculo no terreno do futuro Teatro Municipal Joaquim Benite: A loucura da normalidade, de Mónica Calle, uma espécie de ‘primeira pedra’ na construção da nova casa da CTA.


Espectáculos

I due gemelli veneziani, de Carlo Goldoni. Encenação de Luca Ronconi. Piccolo Teatro di Milano – Itália

Todos índios
. Texto e encenação de Arne Sierens e Alain Platel. Les Ballets C. de la B. – Bélgica

Os quatro quartetos
, de T. S. Elliot. Encenação e produção de Edward Fox – Grã-Bretanha

Arcipreste
, de Alfonso Martínez Toledo. Encenação de Rafael Alvarez, “El Brujo”. Producciones El Brujo – Espanha

Le balcon
, de Jean Genet. Encenação de Jean Boillot. Théâtre à Spirale – França

Hamlet – a lesson
, de Boris Pasternak. Encenação de Theodoros Terzopoulos. Attis Theatre – Grécia

Teatre total
. Texto e encenação de Quim Masferrer. Teatre de Guerrila – Espanha

Mira’m
, de Marta Carrasco. Coreografia de Marta Carrasco e Pep Bou. Companhia Marta Carrasco – Espanha

Le petit Arlequin
, de Didier Gallas. Encenação de Laurent Poitrenaux. Ensemble Lidonnes – França

Melodrama, de Filipe Miguez. Encenação de Enrique Diaz. A Companhia dos Actores – Brasil

Nuestra Señora de las nubes
, de Aristides Vargas. Encenação de Aristides Vargas. Malayerba – Equador

A guerra das sogras
. Texto e encenação de Gilberto Mendes. Teatro Gungu – Moçambique

Veles e vents. Xarxa Teatre – Espanha

A loucura da normalidade, de Arno Gruen e Stig Dagerman. Encenação de Mónica Calle. Casa Conveniente

O gelo na mesa, de Virgílio Martinho. Encenação de Miguel Moreira. Útero

O gato Lucas e a tia Zizi. Texto e encenação de Carlos J. Pessoa. Teatro da Garagem

Esse tal alguém, de Teresa Rita Lopes. Encenação de Rogério Carvalho. Companhia de Teatro de Almada

Guerras do Alecrim e da Manjerona, de António José da Silva. Encenação de Paulo Matos. Arsenal d’Arte

A escola dos maridos, de Molière. Encenação de Mário Barradas. Teatro das Beiras

O desassossego, de Bernardo Soares. Encenação de Graça Afonso Cruz. Companhia de Teatro de Sintra

História do soldado, de Stravinsky / Ramuz. Encenação de Luis Miguel Cintra. Teatro da Cornucópia

Ubu na Comuna, a partir de Alfred Jarry. Encenação de João Mota. A Comuna

Um auto para Jerusalém, de Mário Cesariny. Encenação de Miguel Moreira. Útero

Leituras encenadas de peças de Arne Sierens. Artistas Unidos

Arlequim, servidor de dois amos, de Carlo Goldoni. Encenação de Alberto Nason. Le Théâtre des Asphodéles – França

Exiliadas, de vários autores. Direcção de Ricardo Iniesta. Atalaya – Espanha

Breve itinerário pela poesia portuguesa com Nuno Vieira de Almeida e Manuela de Freitas

Self(ish). Coreografia de João Fiadeiro. RE.AL

O último Verão, de Pedro Paixão. Encenação de Miguel Moreira. Útero

Venda do pão, de Bertolt Brecht. Encenação de Pierre Etienne Heymann. Centro Dramático de Évora

Delírios dell’Arte, de Mário Botequilha. Encenação de Miguel Seabra. Teatro Meridional

2001 meninas ao espaço. Texto e encenação de Carlos Paulo. A Comuna


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